Ou vais ou não vais e, se não vais, vêm

Um mundo sempre a correr. Cada vez mais rápido. Gente com pouco tempo, ou gente que não sabe como arranjar mais tempo. Millennials instalados em novas maneiras de viver –basta ver como as discotecas vão fechando umas a seguir às outras porque já ninguém flerta movendo o esqueleto–, seguidos por uma geração Z, que igualará ou superará esse hábito. Pessoas que precisamente por viverem tão stressadas precisam de fazer ioga em lugar de relaxar-se cozinhando.

Respirar conscientemente, apaziguar a mente, e desfrutar do aqui e agora são as recomendações dos coach de turno e dos especialistas em espiritualidade. Seja como for, a realidade é esta, e cada vez mais gente recorre à comida para levar quando a fome desperta o estômago. O take away também forma parte do agora e aqui, porque cada vez tem mais procura, e tudo indica que o seu crescimento não se deterá no futuro mais próximo.

Transporte sua comida com nossos recipientes «Feel Green», fabricados com matérias primas recicladas e/ou respeitando o ambiente.

Ciclistas e ciclomotoristas que distribuem comida a domicílio já formam parte da paisagem urbana. Sair do trabalho ou ir de compras e chegar a casa com um saquinho com um kebab, ou entrar num supermercado com um food corner onde dois japoneses te preparam uma bandeja de sushi pronto para comer é uma realidade tão quotidiana como constatar que na Finlândia neva no inverno e na Escócia chove todo o ano.

Se cada vez falamos menos ao telefone com os nossos amigos e conhecidos, nos comunicamos mais por serviços de mensagens, é lógico que as aplicações para fazer pedidos de comida tenham cada vez mais êxito, em contraste com a chamada para o restaurante chinês ou a pizzaria. A digitalização neste setor não constitui nenhuma exceção. Pelo contrário, trata-se de um fenómeno galopante.

As caixas de cartão com janela são ideais para todo o tipo de comida rápida como, por exemplo, sushi e saladas.

Uma das notícias económicas do verão passado foi a fusão da empresa britânica Just Eat com a holandesa Takeaway.com, criando um gigante multinacional, que em 2018 processou 360 milhões de pedidos, no valor de 7300 milhões de euros. Take away e delivery são as novas grandes tendências.

Segundo dados de AlphaWise, o serviço de análise de mercados de Morgan Stanley, o volume de negócios multiplicar-se-á por 10 num par de anos. Para ter uma ideia melhor da explosão deste fenómeno, prevê-se que, no ano 2022, perto de 11% do mercado mundial se alimentará recorrendo à distribuição de comida a domicílio, o dobro da percentagem atual.

Estos dados ajudam a compreender a instalação das chamadas “cozinhas escuras” (dark kitchen) ou cozinhas fantasma. Ou seja, da imagem tradicional de um restaurante clássico devemos eliminar mesas, cadeiras, balcões e empregados, para que as cozinhas se dediquem exclusivamente à distribuição a domicílio. Ou vais ou não vais, e, se não vais, eles vêm.

Recipientes de alimentos adequados para restaurantes orientais, italianos, etc. Resistente à gordura. Com orelhas para fechar.

E se os clientes vêm ao nosso estabelecimento buscar a sua refeição, ou se nos procuram para que lhes levemos a comida, devemos estar preparados. Por isso, no catálogo de Garcia de Pou incluímos uma série de produtos como as terrinas para cremes e sopas frias e quentes, em cartão de várias cores e personalizáveis, saladeiras, sacos para hambúrgueres e bandejas para cachorros- quentes, caixas para sushi e comida oriental em geral e muitas outras opções de caixas, “lunch boxes” automontáveis e porta-frascos, por exemplo.

E enquanto chegam os novos pedidos, aqui lhes deixamos um pouco de música para trabalhar com prazer, ouvindo uma versão de «Why», de Michael Jackson, interpretada, como não podia deixar de ser, por um duo chamado «Take Away».

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